Creme de morango com queijo cottage

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Essa receita é da Ina Paarman. Estou colocando a receita original mas fiz somente duas taças. Ficou bem gostosa.

Serve 12

397g leite condensado
80 ml suco de limão
800g morangos frescos
5 ml essência de baunilha
250g de queijo cottage
250ml de creme de leite

No liquidificador coloque o leite condensado e o suco de limão e bata ate que o leite condensado fique consistente. Reserve 16 morangos pequenos para decoração e junte os demais ao creme, batendo mais um pouco no liquidificador ( sem as folhas né). Acrescente a baunilha e o queijo cottage. Bata rapidinho só para misturar.

Numa tigela, coloque o creme de leite e bata ate formar um chantilly. Junte o creme de morango e misture bem. Coloque em taças individuais e cubra com cling film. Leve ao refrigerador para gelar. Na hora de servir decore com os morangos que foram reservados.

Tortinha light de berinjela com ricotta e abobrinha.

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Os ingredientes são os mesmos do Rolinhos de berinjela ,  mas a montagem segue o estilo lasanha que pode ser feita em porções individuais usando travessas pequenas ou ramekins em tamanho oval.

Fica uma delícia !

Tortinha light de berinjela com ricotta e abobrinha.

Ingredientes:

Óleo light em spray
2 unidades de berinjela sem a pele e cortadas em 4 fatias compridas e finas

3 dentes de alho fatiados

800 g de tomate em pedaços (enlatado)
4 colheres de sopa de manjericão fresco picado ( duas colheres para usar com a ricotta e duas colheres para usar com o molho de tomate)
40 g de cebola bem picadinha
1 abobrinha cortada em rodelas bem fininhas
150g de ricota
30g de salsa fresca picada
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 ovo batido
Sal e pimenta moída na hora

Aqueça o forno em 180C.

Para fazer o recheio de ricota:

Numa frigideira, spray com óleo light e leve ao fogo médio-alto. Adicione a cebola e a abobrinhas em rodelas e cozinhe por 5 minutos ou até a cebola dourar. Adicione 1 dente de alho fatiado ou amassado e cozinhe por mais 1 minuto. Retire e deixe esfriar.

Numa tigela misture a ricota, a salsinha e 2 colheres de manjericão picado. Adicione a cebola e a abobrinha que deverá estar fria e misture bem. Adicione o ovo batido e tempere com sal e pimenta. Misture bem.

Para fazer o molho de tomate:

Numa panela, spray um pouco de óleo light e leve ao fogo médio-alto. Adicione os dois dentes de alho restantes e refogue por dois minutos ou até que estejam bem dourados. Adicione os tomates picados, mexa bem e reduza o fogo. Adicione as 2 colheres de manjericão restantes e tempere com sal e pimenta. Tampe e deixe refogar por 10 minutos. Retire do fogo e reserve.

Montagem:

Num ramekin monte da seguinte forma:

Coloque uma camada de molho de tomate e manjericão
Uma camada de berinjela em tiras bem fininhas
Uma camada de ricotta com abobrinhas e ervas
Uma camada de molho de tomate e manjericão
Uma camada de berinjela
Uma camada de ricotta com abobrinhas e ervas e finalizei com parmesão ralado.

Leve ao forno numa temperatura de 180C por uns 20 minutos, até que o molho começar a borbulhar no ramekin.

Tarte de Espinafre e Presunto Parma – Sem glúten

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Finalmente, um tempinho livre para postar algo delicioso aqui. Peço desculpas as pessoas que escreveram e ainda não respondi.Tenho trabalhado muito mais horas que o normal durante as últimas semanas e tenho chegado em casa tarde e sem energias.  O pouco tempo livre está sendo destinado a organizar a reforma da cozinha que será em breve, a chegada dos meus pais e, hotéis do meu holiday em Setembro.

Mas, como tem feito dias dignos de verão, tiramos um domingo para aproveitar uma prainha. Fomos em direção a Lulworth, um lugar mágico na região de Dorset, onde é possível esquecer a correria do dia a dia, respirar o ar puro e recarregar as energias.

Os rochedos, a porta de Durdle, a água limpa e transparente, as pedrinhas pequeninas em vez da areia fina, a longa trilha que precisamos percorrer … é possibel ficar horas e horas admirando uma paisagem digna de cartão postal.

Mr M sabe que não há nada que me deixa mais feliz do que um final de semana no countryside.  Enquanto ele dirige, eu fico calada, admirando cada detalhe e registrando tudo na minha memória. Ruas cobertas de verdes, pequenas fazendas, casas com telhado de sape, senhoras idosas dirigindos suas scooters…

Viajo no tempo, volto ao passado e penso no futuro, como seria legal envelhecer numa pequena fazendinha, plantar e colher meus próprios legumes e verduras orgânicos, colher frutas do pomar e pensar na geléia que farei. Olhar para o lado e ver a montanha e saber que o mar também não fica muito distante dalí.

E, para o nosso pequeno pic nic, preparei essa tarte de espinafre que foi degustada em frente a porta de Durdle.

Quem não pode consumir farinha de milho pode usar farinha de soja ou qualquer outra mistura de farinha sem glúten. A massa é bem prática, inspirada numa receita da revista Good Food. Sugiro forma com fundo removível para ficar fácil de retirar a tarte mas preste atenção: COLOQUE A FORMA DENTRO DE OUTRA FORMA NA HORA DE ASSAR, pois a mistura de ovos e leite pode vazar um pouco.

Tarte de Espinafre e Presunto Parma – Sem glúten

Para a massa:

225g de mistura farinha sem glúten* ou qualquer outra mistura de farinha sem glúten

Pitada de sal

100g de manteiga

1 ovo grande, batido

1 a 2 colheres de sopa de água

* Mistura de Farinha sem glúten:

1 xícara de farinha de arroz

1 ½ xícara de maizena

1 ½ xic de polvilho doce

½ xícara de farinha de milho

Misture bem todos os ingredientes e coloque num recipiente fechado.

Preparo da Massa:

Coloque a farinha e uma pitada de sal em uma tigela grande. Acrescente a manteiga e amasse até a mistura parecer uma farofa. Junte o ovo e 1 colher de água ( ou 2 se precisar) e amasse até formar uma massa macia. Ao amassar a massa vai começar a ficar lisinha. Amasse bem e enrole em seguida num plástico e leve a galadeira por 30 minutos.

Pré-aqueça o forno para 180C.

Retire a massa da geladeira e  abra a massa com o auxílio do rolo numa superfície untada com farinha sem glúten,

Coloque a massa nas laterais e no fundo removível de uma fôrma. Ou pode ir colocando pedaços de massa dentro da forma e, com os dedos, espalhando a massa no fundo e nas laterais da forma.

Coloque um pedaço de papel manteiga ou alumínio e cubra com um pouco de feijão para evitar que a massa cresca.

Asse durante 10 minutos em temperatura média. Retire a massa do forno, coloque o recheio e a cobertura.

 

Para o recheio:

2 colheres  (sopa) de azeite de oliva

1 cebola média bem picadinha

1 punhado de espinafre lavado e seco

4-6 fatias de presunto parma ( de preferencia) mas pode usar presunto defumado ou normal

3 ovos ligeiramente batidos

2/3 xícara de leite integral ou pode diminuir um pouco a quantidade de leite e colocar o restante de creme de leite

Tomate seco picado ( 6 tomates + ou -)

Pitada de sal e pimenta

Pitada de noz-moscada recém-ralada

100g de ricota em pedaços pequenos

Preparo do recheio:

Aqueça o óleo em uma panela grande. Doure a cebola até ficar transparente (cerca de 3 minutos), adicione o espinafre e cozinhe até murchar. Retire da panela e deixe esfriar. Na mesma frigideira, doure rapidamente as fatias de presunto parma até ficarem crocantes. Retire da panela e reserve.

Em uma tigela grande, misture os ovos, leite, sal, pimenta e noz-moscada.

Coloque a camada de cebola e espinafre na parte inferior da crosta. Coloque os pedaços  de ricota e  tomate seco picado  por cima e derrame lentamente a mistura de ovos  e leite sobre o recheio. Cubra com de presunto parma.

COLOQUE A FORMA DENTRO DE OUTRA FORMA NA HORA DE ASSAR, pois a mistura de ovos e leite pode vazar um pouco.

Asse por cerca de 30-40 minutos ou até a tarte ficar dourada.

Conhecendo a ACELBRA-RJ

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As ACELBRAS de cada Estado do Brasil desempenham um papel muito importante; elas ajudam a orientar e informar os celíacos a ter uma dieta mais saudável e livre de glúten. Através de trabalho voluntário elas promovem encontros entre celíacos, caminhadas, debates, palestras com o objetivo de trocar informações e conscientizar as pessoas sobre a Doença Celíaca.

Hoje, através da entrevista com a Raquel Benati, vamos conhecer um pouquinho sobre trabalhos e atividades desenvolvidos pela ACELBRA do Rio de Janeiro.

Raquel, há quantos anos existe a ACELBRA –RJ?

Ela foi criada em setembro de 2005 (em 2004 criamos a equipe Rio sem glúten: criamos o site e depois realizamos o I Encontro de Celíacos do RJ ( março de 2005 ) e fizemos a I Caminhada de Celíacos do RJ – maio de 2005. A equipe Rio Sem Glúten se transformou então em Acelbra-RJ ). Tivemos o apoio direto da ACELBRA-SP/ACELBRA NACIONAL na formação da equipe e da Associação.

Qual é a estimativa para o número de celíacos no estado do RJ?

Se usarmos a prevalência do estudo da UNIFESP (estudo feito em 2005 – 1 celíaco para cada 214 doadores de sangue), teremos 70 mil celíacos em nosso Estado. O número de celíacos diagnosticados em nosso Estado é muito pequeno. Hoje temos menos de mil celíacos cadastrados na ACELBRA-RJ. Os hospitais públicos não sabem o número de seus pacientes que já foram diagnosticados com doença celíaca.

Quais são as atividades desenvolvidas pela ACELBRA-RJ?

Anualmente temos 2 eventos já fixos em nosso calendário: Dia Internacional dos Celíacos (3º domingo de maio), para divulgação da doença celíaca e o Encontro Estadual de Celíacos do RJ, que sempre acontece no segundo semestre (entre outubro e novembro), com palestras e oficinas para celíacos e familiares. Temos um convênio com a Faculdade de Nutrição da Universidade Federal Fluminense – os celíacos recebem orientação e acompanhamento nutricional gratuito no Ambulatório de Nutrição. A Acelbra-RJ participa do Conselho de Segurança Alimentar do Rio de Janeiro (CONSEA-RJ) como membro titular e também do Conselho de Alimentação Escolar do Estado do RJ (CAE).

Anualmente publicamos o boletim “Notícias sem glúten” e mantemos o site “Riosemgluten”. Temos tido contato direto com a equipe de Atenção Básica da Secretaria Estadual de Saúde para implementação do Protocolo Clínico de DC no SUS em todo o estado do RJ.

Quais as grandes dificuldades enfrentadas por Celíacos no RJ?

Primeiro é ter o diagnóstico. São pouquíssimos profissionais de saúde que tem conhecimento atualizado sobre doença celíaca. A maioria está na capital. No interior do estado a situação é ainda mais difícil. Depois de ter o diagnóstico é difícil encontrar um profissional de saúde que esteja apto a acompanhar o celíaco nessa outra fase: prevenção de possíveis problemas ou tratamento daqueles decorrentes de um diagnóstico tardio de DC. Alimentos sem glúten seguros, seja em supermercados, seja em lanchonetes e restaurantes, é coisa rara de se encontrar, principalmente no interior do estado.

Na sua opinião quais foram os grandes avanços e conquistas que beneficiaram os celíacos nos últimos dois anos?

O aumento no grau de informação que temos encontrado na mídia sobre doença celíaca e a sensibilidade ao glúten tem nos ajudado muito. A indústria alimentícia tem olhado para essa “fatia” especial do Mercado que são as pessoas com necessidades alimentares especiais e, a população em geral já tem prestado mais atenção ao que é glúten e o porque da rotulagem brasileira exigir as inscrições “Contém glúten” ou “Não contém glúten” nas embalagens de alimentos industrializados. Mas isso é fato apenas nas capitais, pois no interior do Brasil o desconhecimento sobre o assunto é muito grande.

Hoje a grande aliada dos celíacos que moram no interior é a Internet – acesso a informações sobre DC, receitas e compra de produtos sem glúten.

Uma grande preocupação da FENACELBRA é o incentivo da criação de Associações em todos os estados brasileiros, para que assim, os direitos dos cidadãos celíacos possam ser exigidos e que políticas públicas que atendam as nossas necessidades possam ser criadas e implementadas.

O que ainda precisa ser mudado na legislação brasileira em relação a DC?

Temos que fazer a Lei 10674/2003 ser aplicada integralmente e com responsabilidade. A ANVISA precisa regulamentar essa lei no que diz respeito a determinar o percentual de glúten aceitável em produtos aptos para celíacos (o CODEX ALIMENTARIUS determina até 20 ppm – partes por milhão – de glúten: esse índice é válido na Europa e nos Estados Unidos e Canadá ).

Temos que fazer o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas da Doença Celíaca no SUS ser divulgado e ser usado. Precisamos que a alimentação sem glúten seja oferecida aos celíacos nas escolas, hospitais, prisões, restaurantes populares e outros espaços públicos. Os preços dos alimentos sem glúten (pães, bolos, massas etc.) precisam baixar para que as famílias possam oferecer aos seus celíacos, alimentação de qualidade e equilibrada, atendendo ao próprio Guia de Alimentação Saudável do Ministério da Saúde.

Qual foi o resultado da campanha de conscientização sobre a DC neste ano no RJ?

Após cada campanha dessa, sempre temos novos celíacos procurando as associações para se cadastrarem e pessoas pedindo mais informações sobre o diagnóstico de DC. Também mais pessoas passam a entender o que é a dieta sem glúten para o celíaco e como podem ajudar ( muitas famílias não apoiam seus celíacos e consideram frescura a questão do rigor da dieta e que a contaminação cruzada é “paranóia” …)

Que tipo de apoio a ACELBRA recebe do Estado, empresas, população…?

 O Ministério da Saúde publicou a Cartilha da Emília sobre doença celíaca em 2005 e tem colaborado muito com a realização de nossos Eventos (Encontro Nacional de Associações de Celíacos). As empresas que são parceiras da ACELBRAS também ajudam muito nas atividades realizadas em cada Estado, seja contribuindo com doação de produtos, seja com doações em dinheiro para realização de eventos e oficinas ou até mesmo na publicação de jornais, impressão de panfletos e folders ou camisetas.

Onde encontramos produtos sem glúten no RJ?

Nas lojas de produtos naturais das grandes cidades e alguns supermercados. Temos empresas de produtos sem glúten que tem sede no Rio: Pão do Fred, Pão da Beth, Vida sem Glúten, Delícias sem Glúten, Cultivar Brasil, Gaiatri, Talho Capixaba.

Como entrar em contato com a ACELBRA-RJ?

Visite o site www.riosemgluten.com ou nos escreva através do e-mail: faleconosco@riosemgluten.com / Tel: 24-9826-4037 / 24 -3377-3327

Sorteio Kit GOODSOY

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Finalmente consegui tirar uns minutinhos para fazer o sorteio do kit sem glúten da GoodSoy.

Concorreram todas as pessoas que postaram um comentário nos posts do mês de junho.  A cada pessoa foi dado um número e as sorteadas foram…. tocam os tambores e as vuvuzelas…..

10- Monica

 15- Isabela Nagy

Obrigada a todas que deixarem comentários e a GoodSoy, por mais uma participação presenteando leitores do Delishville Sem Glúten.

BROINHAS DE FUBÁ COM COCO

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Domingo de tarde e a vontade de usar o forno para assar algum biscoitinho era imensa. A mesma proporção era o cansaço após um dia inteiro organizando o loft. Tentava desviar o pensamento pensando numa receita complicada, mas logo surgia outro dizendo sugerindo uma receita bem fácil e rápida, com poucos ingredientes, no estilo vapt-vupt.

Tentava lembrar de uma receita que fiz de cookies de aveia sem glúten e que usei farinha de amêndoas e passas. Ficaram deliciosos e só de lembrar ficava com água na boca mas o problema é que não anotei os ingredientes e a quantidade de cada um. Era algo bem simples e achava que iria lembrar mas acabei esquecendo.

Após o dilema fazer ou não fazer, corri no site do Rio Sem Glúten para buscar alguma inspiração de biscoitinhos bem caseiros.

Deu vontade de fazer uns biscoitinhos de maizena mas a quantidade pedida era além do meu estoque e decidi por essas broinhas de fubá com coco.

Mr M. adora biscoitinhos assim.

O biscoitinho fica um pouquinho quebradiço e ótimo para quem não gosta de biscoito muito doce. Na próxima vez quero assá-los com um pedacinho de goiabada cascão em cima de cada biscoito. Acho que fica uma combinação muito gostosa.

BROINHAS DE FUBÁ COM COCO

1 xícara de farinha de milho fina (fubá)
1 xícara de polvilho doce
1 colher de chá de fermento em pó
4 colheres de sopa cheias de açúcar
4 colheres de sopa de coco ralado
1 ovo
1/2 xícara de margarina

PREPARO:

Misture bem todos os ingredientes até a massa ficar homogênea. se grudar nas mãos acrescente um pouco mais de farinha. Faça bolinhas, achate-as com um garfo e coloque-as numa assadeira untada. Asse em forno médio até dourarem ligeiramente.

Financiers de Chocolate – Sem Glúten

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 Não sou muito fa de brownies ou bolos e bolinhos de chocolate que levam cacau em pó pois a maioria que provei tinham um sabor muito forte de chocolate meio amargo. Gosto de chocolate amargo mas na sua medida certa e por isso sempre fico com pé atrás na hora de fazer uma receita que pede cacau em pó. Certa vez comprei um livro em inglês com  receitas somente com chocolate e lá estava uma receita de brigadeiro, representando o Brasil e usando cacau. Fiquei triste ao ver a enorme quantidade de cacau que a receita pedia e a foto também não fazia jus ao nosso tradicional brigadeiro.

Essa receita é do  talentoso David Lebovitz e fiquei muito feliz com o resultado. Ele não fica tão forte e o bolinho continua bem molhadinho por vários dias.

Logo que dei a primeira mordida me veio a imagem desse bolinho servido quente e acompanhado de uma bola de sorvete de baunilha, no estilo Petit Gateau ou Soufflé de Chocolate.

E quem serão os novos ganhadores dos kits sem glúten oferecidos pela GOODSOY?

O resultado será divulgado esta semana.

Último dia para concorrer ao kit do mês de Junho. Deixe um comentário em algun dos posts do mês de Junho e automaticamente estarás concorrendo a um kit dos deliciosos salgadinhos, cookies, brownie feitos de soja.

Financiers de Chocolate

Rende:  15 bolinhos pequenos

Ingredientes: 

6 colheres de sopa de manteiga sem sal
1 xícara de farinha de amêndoa *
4 colheres de sopa de cacau em pó
1/8 colher de chá de sal
¾  xícara de açúcar de confeiteiro

1/3 xícara de clara de ovo (aproximadamente clara de dois ovos grandes)
1/4 colher de chá de extrato de amêndoa – não usei

* Se você não tem farinha/farelo de amêndoas pode fazer colocando-as em um processador e bater até ficar um farelo. Eu processei as amêndoas com a pele mas é melhor se elas estiverem sem a pele

Preparo:

Pré-aqueça o forno a 180°C.

Unte levemente as forminhas de financiers ou mini muffins ou empadinhas.

Derreta a manteiga em uma panela pequena e reserve até que ele atinja a temperatura ambiente. Misture a farinha de amêndoas com o cacau em pó, sal e açúcar em pó. Junte a isso as claras de ovos e extrato de amêndoas. Gradualmente, adicione a manteiga derretida até incorporar bem e ficar uma massa lisa.

 Com a colher coloque a massa dentro das forminhas enchendo até 3/4 .

 Asse em forrno pré-aquecido por 10-15 minutos, até que os cookies estiverem um pouco crescidos e esponjosos ao tocar. Remove-os do forno e deixe esfriar completamente antes de remover das forminhas.

Depois de frios, podem ser mantidos em um recipiente fechado em temperatura ambiente por até uma semana.

Rolinhos de Berinjela com recheio de Ricota

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Sempre achei a berinjela uma fruta bonita. Roxa, brilhosa como se fosse polida especialmente para uma ocasião especial. Macia e com um nome que adoro pronunciar tanto em português como em inglês – Berinjela ou Aubergine.

 Berinjela me lembra o baba ganoush do Restaurante Maroush, lembra também um gratinado com molho de tomate e mozzarela que comia num restaurante espanhol em Hammersmith quando trabalhava no Reliance Project. Uma vez por semana almoçávamos la e a beringela era famosíssima. Era simples mas seu sabor era inesquecível.  Se fechar os olhos ainda consigo lembrar aquela tray de porcelana recém saída do forno com as rodelas de beringela distribuídas, cobertas com um molho de tomate e queijo mozzarela quentinho e derretido, e um toque de oregano para finalizar.

Gosto de cortá-las em cubos e assá-las juntamente com pimentões e um fio de óleo. Depois tempero com alho, sal, azeite de oliva, salsinha, cebolinha e uso em saladas ou para acompanhar um com pão sírio sem glúten ainda quentinho.

Ou então, nessa linda e light versão dos Vigilantes do Peso.

Pontos: 3.5
Serve: 4 pessoas
Tempo de Preparo: 25 min
Tempo no forno: 40 min

Ingredientes:

Óleo light em spray
2 unidades de berinjela cortadas em 4 fatias compridas
3 dentes de alho fatiados
800 g de tomate em pedaços (enlatado)
4 colheres de sopa de manjericão fresco picado ( duas colheres para usar com a ricotta e duas colheres para usar com o molho de tomate)
40 g de cebola bem picadinha
1 abobrinha cortada em rodelas bem fininhas
150g de ricota
30g de salsa fresca picada
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 ovo batido
Sal e pimenta moída na hora

Eu fiz apenas com uma berinjela não muito grande e acredito que cortei as fatias muito finas. Na próxima vez cortarei mais grossas. Também reduzi a quantidade de tomates.

Aqueça o forno em 230C.

Spray uma forma anti aderente com o óleo light e reserve.

Espalhe as fatias de berinjela na forma e passe óleo em spray por cima delas. Leve ao forno por 20 minutos. ( no meu caso foi menos tempo por ter cortado as fatias mais finas). Fique de olho e estará pronta quando estiverem douradas. Retire do forno e reserve.

Para fazer o recheio de ricota:

Numa frigideira, spray com óleo light e leve ao fogo médio-alto. Adicione a cebola e a abobrinhas em rodelas e cozinhe por 5 minutos ou até a cebola dourar. Adicione 1 dente de alho fatiado ou amassado e cozinhe por mais 1 minuto. Retire e deixe esfriar.

Numa tigela misture a ricota, a salsinha e 2 colheres de manjericão picado. Adicione a cebola e a abobrinha que deverá estar fria e misture bem. Adicione o ovo batido e tempere com sal e pimenta. Misture bem.

Para fazer o molho de tomate:

Numa panela, spray um pouco de óleo light e leve ao fogo médio-alto. Adicione os dois dentes de alho restantes e refogue por dois minutos ou até que estejam bem dourados. Adicione os tomates picados, mexa bem e reduza o fogo. Adicione as 2 colheres de manjericão restantes e tempere com sal e pimenta. Tampe e deixe refogar por 10 minutos. Retire do fogo e reserve.

Para fazer os rolinhos de berinjela:

Pegue uma fatia de berinjela assada e coloque 2 colheres do recheio de ricota e enrrole. Faça o mesmo com as demais fatias.

Montagem:

Numa travessa própria para ir ao forno, coloque 3 colheres do molho de tomate e espalhe bem.

Disponha os rolinhos de berinjela recheados e derrame o molho de tomate por cima. (Eu não derramei todo o molho). Salpique com queijo parmesão e leve ao forno por 20 minutos ou até que o molho esteja borbulhando.

Pão de Milho Sem Glúten

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As janelas da casa estão todas abertas e finalmente posso dizer it’s boiling hot outside! Com temperaturas chegando aos 31 graus amanhã, a solução é planejar um domingo na praia ou no countryside.

Tomar o café da manhã tranquilamente olhando o céu azul, o verde das árvores, ouvir o som dos passarinhos e sentir uma pequena brisa entrando pela janela é algo que não desfruto com tanta freqüência e quando tenho, esse momento se torna especial.

No café da manhã de hoje, tivemos pão de farinha de milho.  Desta vez fiz sem o uso da máquina de fazer pão. A diferença é que na máquina, o pão cresce mais e muda um pouco a consistência mas em ambos o pão fica bem gostoso, mais docinhos que os pães normais sem glúten. Melhor se consumido no mesmo dia ou em dois dias.

Usei parte da massa para colocar em forminhas de brioche mas depois de assado os brioches não sobreviveram até a sessão de fotos.  Foram devorados quentinhos.

A receita foi inspirada numa receita de brioche da Carolyn Humphries mas ela usa diferentes farinhas e eu preferi testar com minha mistura de farinhas + farinha de milho+licor de laranja.

Pão de Milho Sem Glúten

Ingredientes:

4 ovos

¾ de xic de água

15 ml de licor de laranja

50g ou ¼ xic de manteiga derretida

4 colheres (sopa) de açúcar refinado

½ colher (chá) de sal

1 ½ xic de farinha de milho

1 ½ mistura de farinha sem glúten (* receita abaixo)

½ xic de maizena

1 colher (chá ) de fermento em pó ( Royal) sem glúten

1 colher (sopa) de fermento para pão

*Mistura de Farinha sem glúten:

1 xícara de farinha de arroz

1 ½ xícara de maizena

1 ½ xic de polvilho doce

½ xícara de farinha de milho

Misture bem todos os ingrediente e coloque num recipiente fechado.

Preparo:

Num recipiente bata os ovos com a água e o licor de laranja. Adicione a manteiga derretida.

Num outro recipiente misture todas as farinhas, o açúcar, o sal, o fermento em pó (Royal), o fermento para pão e junte tudo aos ingredientes líquidos.  Se fizeres com a máquina, coloque a mistura dentro da forma e programe para a função sem glúten ou função básica.  Podes também programar para a função de amassar e depois transferir para uma forma de pão e assar em forno normal.

Caso não tiveres a máquina, bata a mistura com o auxilio da batedeira em velocidade baixa por uns 10 minutos.

Unte uma forma e leve para assar por 35 a 40 minutos, dependendo do forno pode levar um pouco a mais.

Salada de rúcula, tomate seco e queijo halloumi.

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 Halloumi. Tenho uma verdadeira compulsão por esse queijinho que em seu sabor e textura lembra muito o queijo coalho. Gosto de cortar em pedaços, grelhar um pouco e jogar por cima da salada. Quentinho, salgadinho e com uma casquinha crocante, me faz feliz a cada bite. Durante a primavera e verão, quando preparo bastante saladas, tento criar novas versões, mudar um pouco e assim desvendar novas combinacoes. Mas,  alguns ingredientes, como o halloumi por exemplo, teimam em sempre aparecer na hora de decidir que combinacoes irei usar. Parece que com ele tudo fica melhor, tamanha é minha loucura por esse queijo. Junto com ele, seguem no mesmo nível o tomate seco e a alcachofra mas, como essa última está  bastante cara, tenho escalado muito o palmito como ator coadjuvante, principalmente nas saladas que preparo para levar para o meu almoço no trabalho.

 A salada em si é simples mas ao mastigar gosto sentir o adocicado do tomate seco contrastando com o amarguinho da rúcula,  a crocância do pimentão com o a maciez da alcachofra e do palmito. O quentinho do queijo com a temperatura fria dos outros ingredientes, provando que os opostos se atraem.  

INGREDIENTES:

Serve: 1 pessoa

3 tomates secos picados

1/3 de pimentão amarelo em pedaços

3 fatias de queijo halloumi ou coalho em cortado em quadradinhos e grelhados por 2 minutos até ficarem dourados e crocantes.

1 punhado de rúcula

1 alcachofra grelhada ( em conserva)

2 palmitos cortados em rodelas grandes

TEMPERO:

Sal

Vinagre balsâmico

Azeite de olova extra virgem

3 folhas de manjericão picadas

PREPARO:

Num prato disponha os legumes e folhas verdes. Coloque o queijo grelhado por cima. Faça o tempero misturando todos os ingredientes e jogue por cima da salada.